A milícia do ódio digital

O discurso do ódio é favorecido pela velocidade de compartilhamento e opiniões no meio virtual, demonstrando a falsa ideia de liberdade de expressão, escondidos em um falso perfil, no intuito de manifestações de ódio e discursos transmitindo preconceitos, ferindo a dignidade de quem quer que seja,  um abuso exorbitante afetando o bom senso alheio, morais e fundamentais. O cidadão tem garantido pela constituição manifestar suas ideologias e opiniões, mas não pode ser usado como escudo para transgredir outro. Ou seja, não tem o direito de incitar a violência, desqualificar o outro por não comungar das mesmas idéias, causando dano a pessoa específica.

Atualmente, como ficou conhecido, o gabinete do ódio em Brasília, segundo investigação, um dos suspeitos é assessor parlamentar propagador de fake news.

Pessoas sem caráter, de personalidade duvidosa alimentam seu mau-caratismo na discriminação do ódio. O cidadão simoesfilhense tem observado perfis fakes tentando bombardear todas as ações do governo municipal, e de seus aliados. A exemplo do vereador Sandro Moreira que tem sido vítima de ataques da milícia digital. Esses criminosos que se escondem em perfis falsos estão na luta do poder, pelo poder e não pelo bem comum, com notícias distorcidas no sentido de confundir o cidadão, alcançando seus objetivos e sensação de impunidade, combinado com a ignorância e outros sentimentos, destilam sua ira em velocidade digital. Seus discursos não devem ser considerados como opinião, pois eles incitam a dominação de um grupo sobre o outro, ações oposicionistas de ódio virtual representa a escória da política, querendo ser mais danosas que o Covid-19.

Atitudes imprudentes, visto que o momento demanda união e responsabilidade, desses que julgam ser politizados, que dizem defender a vida das pessoas, deveriam ser deixadas de lado as diferenças políticas a fim de encontrar medidas para melhorar o sistema de saúde, para combater o inimigo tão poderoso já disseminado em nossa sociedade fazendo diariamente vítimas nos hospitais, a discórdia e a disputa não podem permanecer. Devem deixar de  gastar tempo nas redes sociais, sendo mesquinhos e espalhando o ódio. Cabe ao cidadão fazer a avaliação e dizer não ao ódio propagado no meio virtual.

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